Hamas libera corpos de crianças israelenses, mas destino da mãe permanece incerto
Em um desdobramento angustiante, o Hamas entregou no dia 20 de fevereiro de 2025 os corpos de dois meninos israelenses e de um idoso, como parte de um acordo em meio à trégua com Israel. No entanto, o corpo de uma mulher identificado como sendo de Shiri Bibas, mãe dos meninos, foi determinado por exames forenses israelenses como incorreto, deixando um ar de mistério sobre o seu verdadeiro destino.
Ariel Bibas, de apenas 4 anos, e seu irmão Kfir, de 9 meses, tornaram-se símbolos da tragédia dos reféns israelenses após o sequestro em um ataque brutal realizado pelo Hamas em outubro de 2023. Os vídeos capturados mostram Shiri tentando proteger seus filhos enquanto eram levados para a Faixa de Gaza. A libertação do pai, Yarden Bibas, no início de fevereiro, havia trazido um vislumbre de esperança, mas a família agora lida novamente com a incerteza e a dor não resolvida.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não escondeu sua indignação. Ele caracterizou a entrega incorreta do corpo como uma "violação cruel" de um já precário acordo de cessar-fogo, prometendo uma resposta firme. Seu compromisso agora é claro: Israel exige não apenas esclarecimentos, mas justiça para as famílias dos reféns ainda em cativeiro.
A trégua atual visa aliviar o conflito de 15 meses, mas a situação continua tensa. As negociações sobre o prolongamento desse cessar-fogo estão em andamento, com 66 israelenses ainda desaparecidos. Mesmo com acordos em papel, cada passo no processo revela novas camadas de complexidade emocional e política.
Durante este tempo, a solidariedade e o apoio às vítimas continuaram a crescer. A comunidade internacional e, particularmente, apoiadores dentro de Israel demonstraram sua solidariedade aos irmãos Bibas não apenas por meio de campanhas, mas também por gestos simbólicos, como o uso da cor laranja para honrar os meninos de cabelos ruivos. Uma canção infantil foi até mesmo criada para manter viva a memória dos meninos e seu espírito alegre, imortalizando-os nas mentes de muitos.
João Fernando Mendes
cara... isso é um pesadelo real. os meninos... pq a mãe n foi devolvida? isso aqui é guerra ou terror psicológico? 😔
Burnight Amaral
É com profunda consternação que se observa a continuidade de tais atrocidades, que violam não apenas os direitos humanos fundamentais, mas também os princípios mais elementares da dignidade humana. A entrega incorreta de corpos constitui uma afronta à dor das famílias e à moralidade coletiva.
Juliano Almeida
Isso aqui... é mais do que política. É uma ferida aberta. Crianças. Mães. Vidas inteiras arrancadas. E agora, o corpo errado? Isso não é erro, é crueldade deliberada. A gente precisa lembrar: por trás de cada nome, tem um abraço que nunca mais vai acontecer. A gente não pode desligar. Não agora. Não nunca.
Fernanda Villani
A cor laranja nos braços, a canção nas escolas, os desenhos nas janelas... é assim que a gente segura a dor quando o mundo parece não querer ouvir. Não é política. É memória. É amor que não morre.
Leandro L Mais Publicidade
Será que eles sabem que isso tá virando um símbolo mundial? Tipo... as crianças são o que resta de humanidade nessa guerra e a mãe... ela tá viva ou foi apagada? A gente precisa saber tudo
Vinicius Lima
então o acordo tá falhando antes mesmo de começar? entrega corpo errado... é tipo fingir que a dor não existe. mas aí a família tá lá... esperando... e o mundo só olha. isso é triste
Jorge Soares Sanchez
O Hamas tá brincando de fazer o mundo chorar. Eles sabem que o corpo da mãe é o único que não pode ser substituído. Isso é psicologia de guerra. Manipulação pura. E o Netanyahu? Tá só fingindo que quer paz enquanto prepara o próximo ataque. Esses caras são maus por natureza
Luíza Patrício
PORRA. EU NÃO AGUENTO MAIS. ESSA MÃE TÁ VIVA E ELES SÓ TÃO BRINCANDO COM A DOR DELA?! EU JÁ VI TANTO DESPREZO QUE NEM DÁ PRA ACREDITAR. LARANJA É A COR DA ESPERANÇA MAS AQUI É A COR DA TRAIÇÃO 😭💔
Vanessa Constantinidis
Sei que não posso mudar isso. Mas se alguém estiver lendo e se sentir sozinho com essa dor... você não está. Eu estou aqui. E eu lembro deles.